Mostrando postagens com marcador EXÉRCITO PORTUGUÊS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EXÉRCITO PORTUGUÊS. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, novembro 05, 2010

EXÉRCITO PORTUGUÊS

UC E EXÉRCITO UNEM-SE PARA FORMAR INTERVENIENTES EM OPERAÇÕES DE PAZ

Foto de Luís Carregã


A Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC) e a Brigada de Intervenção criaram um curso para dotar militares e civis de boas práticas de atuação em operações de paz e ação humanitária.

Através desta formação, que começa este sábado (6) e decorre até dia 27 no quartel da Brigada de Intervenção de Coimbra, pretende-se preparar os 40 participantes para a interação com os vários atores presentes nessas zonas de missão.

“Percebemos que havia necessidade que se desse uma certa preparação prévia”, declarou à Lusa Carla Marcelino Gomes, coordenadora dos projetos do Centro de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

A partir daí aquele instituto da Faculdade de Direito juntou-se ao Exército Português para conceber um novo curso com um enquadramento teórico e prático.

“Houve um número inacreditável de candidatos, a demonstrar que o país estava a precisar”, observou Carla Marcelino Gomes, acrescentando que foram cerca do dobro a candidatar-se aos lugares disponíveis.

Entre os participantes, seis militares e 34 civis, “há algumas pessoas com muita experiência nestas missões, à procura de sedimentação de conhecimentos, e jovens com formações profissionais muito díspares”, nomeadamente de direito, relações internacionais, sociologia ou saúde, explicou.

No final da formação haverá um exercício prático em que será simulado um cenário para atuação concreta, no qual cada um dos participantes será chamado a desempenhar um papel perante observadores que avaliarão o desempenho, seja com refugiados, em negociação de acordos de paz, ou outros.

O curso foi delineado pelo Major-General Antunes Calçada e pelos professores da faculdade de Direito de Coimbra Moura Ramos, especialista em direito internacional e atual presidente do Tribunal Constitucional, Vital Moreira e Jónatas Machado.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2010/11/uc-e-exercito-unem-se-para-formar-intervenientes-em-operacoes-de-paz/

segunda-feira, outubro 25, 2010

EXÉRCITO PORTUGUÊS

Publicação: 25-10-2010 17:09   |  Última atualização: 25-10-2010 17:19
REFORMULAÇÃO DA PRESENÇA PORTUGUESA NO AFEGANISTÃO REFORÇA APOSTA NAS FORÇAS AFEGÃS


As Forças Armadas portuguesas iniciam hoje uma nova fase da sua participação na ISAF com a partida, esta manhã, para Cabul de um grupo de instrutores militares que irão contribuir para o esforço de preparação do Exército afegão.


Os instrutores militares portugueses, num total de 40 elementos dos três ramos (Marinha, Exército e Força Aérea), irá reforçar as equipas de treino nos Centros de Formação do ANA (Exército Nacional afegão), em particular o Kabul Military Training Center (Centro de Treino Militar de Cabul), o principal centro de formação do Exército afegão, e as escolas de apoio de serviços de combate e da logística e da nascente força aérea afegã.

O envio dos instrutores portugueses corresponde a uma reconfiguração da presença portuguesa no Afeganistão, com a retração, no final de setembro, da componente de intervenção (Força de Reacção Rápida) que integrou a missão da NATO entre fevereiro e setembro deste ano e o reforço da componente de apoio à formação das forças de segurança afegãs.

A reformulação da presença portuguesa no teatro afegão resulta de uma decisão ratificada a 16 de julho último pelo Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) e enquadra-se no esforço de preparação das forças de segurança afegãs, a que a NATO atribui agora prioridade.

O Contingente Nacional de apoio à ISAF integrará doravante, para além dos 40 instrutores que iniciam agora uma missão de seis meses, duas OMLT (Operational Mentor and Liaison Team -- equipas operacionais de monitorização e ligação) - a OMLT da Capital Division (17 elementos), a OMLT de Guarnição (11), o Módulo de Apoio (111), a Célula de Informações Militares (quatro) e o pessoal destacado no Quartel-General (sete), num total de 191 militares.

Esta nova organização equivale na prática a uma redução significativa das Forças Nacionais Destacadas no Afeganistão, que totalizavam, até à retração da Força de Reacção Rápida, 301 militares.

(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.)

Com Lusa